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luís soares

Blog do escritor Luís Soares

Cuba! Love Story

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Kobi Israel - "Cuba! Love Story" is a personal travelogue which was created over the course of twelve years exploring notions of the macho and the masculine/militant versus the homoerotic in revolutionary Cuba. These notions were very familiar to the photographer from his youth and adolescence in Israel, a time during which his confusion and bewilderment about masculinity were left unresolved.

Verdes Anos

VERDES ANOS de CARLOS PAREDES by BUDDA POWER BLUES - 2014

No ano em que se assinala o 10º aniversário da morte de uma dos maiores vultos da música nacional, Budda Power Blues decide homenagear o guitarrista português re-interpretando um dos seus mais icónicos temas: "Verdes Anos". Falamos naturalmente de Carlos Paredes.

A forma a que a banda encontrou para o fazer é aquela que melhor lhe assenta: ao vivo e a cores. Mas não se trata de um concerto, nem de um vídeo clipe. Trata-se de uma performance de um tema registada em áudio e vídeo seguida de um jantar tertúlia sobre a banda e a vida e obra de Carlos Paredes.

O evento teve lugar nos estúdios Glider, em Lisboa, no dia 22 de Março de 2014. A banda registou a sua versão da obra do mestre Paredes.

Musicalmente Budda optou por fundir dois temas de dois mundos diferentes: de um lado "Verdes Anos", do outro "Since I've Been Lovin' You" dos britânicos Led Zeppelin. Desta forma cruzam-se influências comuns à banda, mas que muito pouco têm de comum entre si.

A versão de Budda Power Blues congrega tudo aquilo que é icónico na sua forma de estar, sendo a riqueza harmónica, a extrema amplitude de dinâmica, o improviso, a leveza e a rudeza.

A razão desta homenagem é assinalar o desaparecimento daquele que Budda considera o maior génio da música nacional e um dos grandes vultos da humanidade.

Lembra-me Um Sonho Lindo

Lembra-me um sonho lindo, quase acabado
Lembra-me um céu aberto, outro fechado
Estala-me a veia em sangue, estrangulada
Estoira no peito um grito, à desfilada

Canta, rouxinol, canta, não me dês penas
Cresce, girassol, cresce entre açucenas
Afaga-me o corpo todo, se te pertenço
Rasga-me o ventre ardendo em fumo de incenso

Lembra-me um sonho lindo, quase acabado
Lembra-me um céu aberto, outro fechado
Estala-me a veia em sangue, estrangulada
Estoira no peito um grito, à desfilada

Ai! Como eu te quero! Ai! De madrugada!
Ai! Alma da terra! Ai! Linda, assim deitada!
Ai! Como eu te amo! Ai! Tão sossegada!
Ai! Beijo-te o corpo! Ai! Seara tão desejada!

Valgeir Sigurðsson & Jodie Landau (Live on KEXP)

http://KEXP.ORG presents Valgeir Sigurðsson & Jodie Landau performing "as we sway" live at Bedroom Community's Greenhouse Studios in Reykjavík, Iceland. Recorded October 31, 2016.

 

Songs:
For Love Of Her (Valgeir Sigurðsson)
stay going nowhere (Jodie Landau)
Kin (Valgeir Sigurðsson)
a ballad - for you dear (Jodie Landau)
as we sway (Jodie Landau)

 

Audio Engineers: Kevin Suggs & Matt Ogaz
Audio Mixer: Matt Ogaz
Cameras: Jim Beckmann, Alaia D'Alessandro, Scott Holpainen, Luke Knecht & Justin Wilmore
Editor: Justin Wilmore

 

http://kexp.org

http://www.bedroomcommunity.net

A Forest

On December 3, 1979, The Cure did their first live TV special at Theatre de l'Empire in Paris. After 37 years, on May 24, 2016 in Los Angeles, Robert Smith & The Cure played this song for the thousandth time in its history.

Nancy Willard - Swimming Lessons

A mile across the lake, the horizon bare
or nearly so: a broken sentence of birches.
No sand. No voices calling me back.
Waves small and polite as your newly washed hair
push the slime-furred pebbles like pawns,
an inch here. Or there.

 

You threaded five balsa blocks on a strap
and buckled them to my waist, a crazy life
vest for your lazy little daughter.
Under me, green deepened to black.
You said, “Swim out to the deep water.”
I was seven years old. I paddled forth

 

and the water held me. Sunday you took away
one block, the front one. I stared down
at my legs, so small, so nervous and pale,
not fit for a place without roads.
Nothing in these depths had legs or need of them
except the toeless foot of the snail.

 

Tuesday you took away two more blocks.
Now I could somersault and stretch.
I could scratch myself against trees like a cat.
I even made peace with the weeds that fetch
swimmers in the noose of their stems
while the cold lake puckers and preens.

 

Friday the fourth block broke free. “Let it go,”
you said. When I asked you to take
out the block that kept jabbing my heart,
I felt strong. This was the sixth day.
For a week I wore the only part
of the vest that bothered to stay:

 

a canvas strap with nothing to carry.
The day I swam away from our safe shore,
you followed from far off, your stealthy oar
raised, ready to ferry me home
if the lake tried to keep me.
Now I watch the tides of your body

 

pull back from the hospital sheets.
“Let it go,” you said. “Let it go.”
My heart is not afraid of deep water.
It is wearing its life vest,
that invisible garment of love
and trust, and it tells you this story.

Komm, süßes Kreuz

JS Bach Matthäus-Passion (BWV 244)
“Komm, süßes Kreuz” (aria)
Philippe Sly
Philharmonisches Staatsorchester Hamburg
conductor - Kent Nagano
Staging - Romeo Castellucci

NDR / Arte Concert / e-motion-factory / Ozango
Staatsoper Hamburg / Deichtorhallen / Internationales Musikfest Hamburg 2016