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luís soares

Blog do escritor Luís Soares

Filmes da época.

Qualquer altura é boa para cinema, mas por estes dias aproveitei e pus alguma vista em dia nesse capítulo. Alguns em sala, outros na minha sala:

 

Amália - Fraquinho. Não pelos actores, que se esforçam e até compõem personagens e interacções interessantes, mais pelo argumento que tem uma âncora fraca para o flashback biográfico e para a realização, que quando não está fechada num quarto a fazer os actores interagir se perde sem destino.

Serenity - Um bom western do espaço, com múltiplas referências ao género (pronto, géneros), sem se levar demasiado a sério. Tem acção, alianças, rebeldes (aqui separados), pistolas, naves de vários tipos, uma força sobrenatural e zombies. Vê-se bem.

Sweeney Todd - Não tinha visto. É bom, claro, os actores são bons, a realização é boa, a música é boa, a encenação de uma Londres com o seu quê de Dickens é boa, até o sangue gorgolejante é bom. Mas fico com aquela sensação de que o Tim Burton anda sempre a fazer o mesmo filme.

Son of Rambow - Duzentas estrelas! Trezentas! Uma jóia sobre o cinema, a família, a infância, a amizade, a música, já disse o cinema? Desde o Billy Elliott que não gostava tanto da Inglaterra dos anos 80. Um filme fácil e simples que nos embrulha em papel prateado e põe um laço em cima, como as boas prendas de natal devem ser.

Crepúsculo - Não sou o target, só pode ser. Gosto de vampiros mais adultos, como os do Allan Ball. Ou será que o filme é mesmo mau e trata o público como um gang de crianças mentecaptas? Eu não li o livro e não devia ter visto o filme.

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