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luís soares

Blog do escritor Luís Soares

"A Teoria é só uma forma de Ficção socialmente mais bem aceite"

A frase que disse a um amigo recentemente não foi bem esta, mas foi parecida o suficiente para servir de título a este post.

Por obrigação académica e profissional, produzi ao longo do tempo, alguns textos teóricos sobre os temas que me interessavam e interessam ainda pessoal e profissionalmente: o papel cultural e social da tecnologia, a emergência de uma geração nativa da tecnologia digital, a cultura em rede como fonte de novos paradigmas.

Acredito que, tal como na teoria, também na minha ficção estas preocupações acabam por ter lugar, de formas variadas. Aconteceu-me a partir de determinado momento pensar que seria na ficção precisamente e não na teoria que poderia mais elaboradamente lançar algumas das questões que me perturbam. Seja como for, mesmo que apenas como contexto autobiográfico, achei interessante publicar aqui alguns desses textos teóricos.

Com temáticas tão intrinsecamente ligadas ao momento presente, é natural que alguns dos textos estejam datados. Pode também acontecer que a minha opinião sobre alguns dos assuntos tenha naturalmente evoluído.

Estranhos Anjos - Um trabalho de mestrado partindo de algumas ideias da semiótica das paixões para uma visão sobre alguns artistas contemporâneos lidando com o corpo e as suas cibermanifestações.

A Inquietude Dinâmica - Um outro trabalho de mestrado, interrogando alguns textos de Ernst Junger na sua relação com a teoria contemporânea sobre o ciberespaço e a possibilidade de uma política (no sentido maior do termo) do mesmo.

O Lugar de Hamlet - Um artigo para a Revista Comunicação e Linguagens sobre a forma como alguns conceitos dramáticos (personagens, acção, palco, etc.) podem ser usados na exploração do chamado ciberespaço.

O Utilizador é o Conteúdo
- Um texto que surge na sequência da tradução do livro de Derrick de Kerckhove "A Pele da Cultura", sobre o lugar possível dos utilizadores na chamada "revolução digital".

Um Ponto Zero
- Um olhar entre o apocalíptico e o integrado sobre a geração digital no final do século XX.

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