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luís soares

Blog do escritor Luís Soares

Pocilga

POCILGA de Pier Paolo Pasolini | Direcção de John Romão from colectivo 84 on Vimeo.

POCILGA de Pier Paolo Pasolini
Tradução e encenação | John Romão
Com | Albano Jerónimo, Ana Bustorff, André Reis, Cláudio da Silva, João Lagarto, John Romão, Mariana Tengner Barros, Guilherme Moura / Miguel da Cunha, Paulo Pinto / Miguel Loureiro, Pedro Lacerda, Wesley Barros e com a participação de figurantes
Cenografia | F. Ribeiro com John Romão
Desenho de luz | José Álvaro Correia
Música | Nicolai Sarbib
Espaço sonoro | João Bento
Figurinos | Carolina Queirós Machado
Apoio aos figurinos | Rita Lopes Alves
Assistência em digressão | Solange Freitas
Direção técnica | Carlos Ramos
Produção executiva | Stage One
Coprodução | Colectivo 84, Culturgest, Teatro Virgínia, Teatro Viriato, TNSJ
Registo vídeo e montagem | João Gambino
Espetáculo coproduzido no âmbito da rede 5 Sentidos
O Colectivo 84 é apoiado pelo Governo de Portugal / Secretaria de Estado da Cultura - DG Artes

15 a 17 Janeiro 2015: Culturgest (Lisboa)
22 Janeiro 2015: TAGV (Coimbra)
20 Junho 2015: Teatro Virgínia (Torres Novas)
27 Junho 2015: Teatro Viriato (Viseu)
3 a 12 Julho 2015: Teatro Nacional São João (Porto)

Duração: 1h40 sem intervalo

www.johnromao.com

Suuns - Paralyzer

with Fanny Migneault-Lecavalier and Guillaume Laurin
Directed and edited by: Charles-André Coderre
Concept: SUUNS
Produced by: Les mains sales Films http://lesmainsalesfilms.com/
Director of Photography: Yann-Manuel Hernandez
Artistic Direction : Geneviève Lizotte
Camera: Yann-Manuel Hernandez, Charles-André Coderre, Jérémie Carvalho
Colorist : Marc Boucrot, Film Factory Montréal
Special thanks to Gabrielle Dupont, Claudia Garceau, Ben Shemie, Danny Taillon, Alexis Cadorette Vigneau, Post-Moderne Caméras, Film Factory Montréal, Lou-cam.

Fernando Costa - Rascunho #7 ( "d'Homem")

É quase perto
Uma visão caleidoscópica

 

Somos que nem simulacro de chuva
Num mar já farto de gente
Temos pressa de presa,
Pernas de cadeira a quebrar,
Temos rugido de leão faminto
E unhas demasiado roídas para caçar

 

Rasgamos invólucros
Com a urgência de quem quer ver mais dentro
Amordaçamos o tempo
E guardámo-lo em restos na garganta
Fazemos do hábito a satisfação
E espalhamos ao vento o valor da intenção

 

Não sei se é mais de Homem
Pintar-me o corpo em cores de diferentes
Ou rever-me a cara na tua

 

Não sei se é mais de Homem
Lamber-te o chão, que me ofereceste como cama
Ou embrulhar-me num pedaço de rua