Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

luís soares

Blog do escritor Luís Soares

Hypertext

Hypertext: an Educational Experiment in English and Computer Science at Brown University is a documentary film from 1976 made by Brown University computer scientist Andries "Andy" van Dam. 

 

The film was funded by a 1974 grant provided by the National Endowment for the Humanities to support "an experimental program to teach a college-level English poetry course, utilizing a new form of computer based 'manuscript,' called a hypertext." More information about the grant is available on the NEH website. To read the story behind how this film was re-discovered in 2016,see this article on the NEH website. To read more about Andy van Dam's classroom experiment with hypertext, check out van Dam's final grant report, as well as this journal article "Poetry and Computers: Experimenting with the Communal Text" written by James Catano, one of the graduate students who worked in the class (note -- article behind a paywall).

 

The Hypertext system used in the film is called FRESS and was developed by Andy van Dam, Carol Chomsky, Richard Harrington, and others based on the hypertext idea developed by Theodor Nelson.

 

The Hypertext poetry class described in the film was conducted by Jim Catano, Carol Chomsky, Nancy Comley, and Robert Scholes.

 

Film production was done by Michael Silverman, Bill Gallery, and Peter O'Neill.

 

From Archive.Org

Fernando Costa - Exorcismo

Uma urgência sufocante de desfazer o nevoeiro
De atar as horas com cordas e viver um dia inteiro
Desenhar o caminho para fora do bosque
Usando apenas rascunhos das tuas pegadas
Uma banda-sonora transversal aos sonhos
Acutilante que nem realidade
Confortante que nem tristeza em tenra idade

 

Uma corda bamba de cinzento
Precipícios de preto e branco
Maratonista de passo lento
Corpo arde em lume brando

 

Um frio que vem de dentro, que não abranda ao Sol
Um acordar no hipocentro, cego que nem olhar de mongol
Um morrer de amor por tudo o que não parece ser justo amar
Um calar...

 

um levantar, e recomeçar.

 

Balançar o mundo num só levantar de cabeça
Largar o corpo das nuvens,
Mergulhar que nem pedra que afunda
Só até que o céu desapareça
(Só até que o céu desapareça)

 

Um dormir acordado, uma oração para sonhar
Uma ode em jeito de afronta, um tentar não largar
Uma mão que nos serve de chão, e teto e estrada
Um mundo cheio e dois olhos que não tocam em nada