Sobre o futuro do cinema.

Sobre o futuro do cinema enquanto arte e indústria, muita coisa há ainda e sempre a dizer, olhando para dados variados, em Portugal e num dos maiores mercados (o maior?) mundiais, os Estados Unidos. Sem grandes opiniões feitas ou sedimentadas, algumas notas.

Primeiro este artigo do New York Times sobre a crescente irrelevância cultural do cinema e a importância dessa discussão, num ano em que Seth McFarlane (que ganhou notoriedade na televisão) vai apresentar os Óscares.

A acrescentar à discussão, dois quadros com dados dos quinze filmes com maior receita de Box Office americano. Os totais de 2011 (o primeiro) e 2012 até à semana passada (o segundo). Há um crescimento óbvio de receitas neste topo da pirâmide mas há também a assinalar apenas cinco conteúdos "novos" (que não são sequelas, prequelas ou adaptações de comics, livros, séries, etc.. A saber, são "Bridesmaids," "Brave", "Ted", "Safe House" e "Prometheus". Este último caso é duvidoso, mas hey, everything is a remix.

Por fim, uma imagem de um cinema, o Garden em Pittsburgh, no anos 50/60, em plena maturidade e sucesso. Passei por lá em agosto, está fechado e à espera de melhores dias como muitos. Fica a nostalgia.

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Luis às 11:15 | link do post | comentar | favorito