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luís soares

Blog do escritor Luís Soares

Da criatividade automatizada.

Vivemos aqui num canto pequeno da Europa mas também já temos a nossa Big Data, nomeadamente sobre o que os clientes/espectadores/utilizadores vêem, lêem, clicam. Se o que se passa do outro lado do Atlântico é medida das coisas, o futuro (ou parte dele) pode ser... estranho. Que é a função do futuro.

De um artigo chamado ""House of Cards" and Our Future of Algorithmic Programming":

Will screenplays some day be written to meet the whims of data-driven media streaming companies? Will an algorithm direct writers to produce content to appeal to niche audience profiles on Netflix?

Bom, nada de escandaloso. Alguém tem olhado para Hollywood nos últimos anos? Sequelas, prequelas, derivados, spin offs, reboots, franchises, licenciamentos. E lá no meio, de vez em quando, alguma criatividade. Isto para já não falar da indústria musical nas suas fábricas mais agressivas, como a da K-Pop.

De um outro artigo chamado "Can Creativity be Automated?" vem mais uma pérola:

Bots can't yet script prose worthy of awards, but on some metrics of economic importance to publishers—such as number of page views a site registers—bots can be far more productive than any journalist. They can write articles in seconds, even about events that no journalist attended.

Mas... então já não estamos só a falar de entretenimento e ficção? Também de jornalismo? E a realidade, ainda existe? A ver vamos...

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