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luís soares

Blog do escritor Luís Soares

A Garota Não

Mediterrâneo

Letra e Música: A garota não
Produção: Sérgio Miendes

Vídeo:
Realização: Pedro Estêvão Semedo
Direção de Fotografia: Mário Guilherme
Parceria: Academia de Dança Contemporânea de Setúbal
Direção Artística: Marina Sacramento e Iolanda Rodrigues
Coreografia: Iolanda Rodrigues
Bailarin@s: Alexandra Reis, Carolina Pica, Daniela Pessoa, Eva Tavares Lino, Leonor Búzio, Leonor Mateus, Luana Monteiro, Maria Pereira, Mariana Mora, Matilde Quita, Pilar Fernandez, Ricardo Freitas

Voz: A garota não
Guitarra elétrica e teclados: Sérgio Miendes
Piano: Marta Banza

bandeiras rasgadas
resíduos de lar
as mágoas passadas
voltam a aportar
dói ainda mais
de nada valeu

rebentam-me as águas
mas posso esperar
rebentam-me as balas
nem pude chorar
caímos no chão
caímos no chão

ecoam sirenes
começo a voar
mergulho na terra
até te estancar
debaixo do chão
debaixo do chão

e se voltar a renascer aqui neste lugar
quero ser flor, que a guerra, amor, um dia há-de acabar
quem pode crer que a invasão, mata pra salvar
forças em vão, e no mar que dói, há corpos a boiar

Canção a Zé Mário Branco

Letra: A garota não
Música: Sérgio Miendes + A garota não
Produção: Sérgio Miendes

Voz: A garota não
Guitarra elétrica: Sérgio Miendes
Percussão: Diogo Sousa + Público CCB

Filmado / Realizado por: Maria Miguel

há quem seja comum
há quem não tenha assunto
há quem traga mais um
há quem traga um conjunto

porque a força que traz
tem o povo na frente
e ser um dos que faz
resistência à corrente

derramar na canção
o que dói no país
ser a revolução
ser a boca que diz:

"que caminho tão longo
que viagem tão comprida
que deserto tão grande
sem fronteira nem medida"

Liberdade
Querida liberdade
O nosso chão tem sonhos e vontade

Excerto do tema: Travessia do Deserto, José Mário Branco

Os Orelha Negra editaram recentemente o single e vídeo “Ready (Mulher Batida) com A garota Não. O vídeo desta música acompanha a pintora Mázinha a criar uma obra de raiz, em formato live painting, que os Orelha Negra e a Mázinha cederam à União Audiovisual para leilão. Os fundos angariados revertem na sua totalidade para a União Audiovisual, associação de cariz social e cultural, que presta apoio aos profissionais técnicos e artistas da cultura, espetáculos e eventos.