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luís soares

Blog do escritor Luís Soares

Amália

tu sabes que a saudade bate forte
bate bem mais forte que a sorte
tu sabes que a saudade anda aos beijos com a morte
sabes que a saudade anda aos beijos com a morte

 

Amália pega em mim e leva-me a dançar
sabes que eu só danço quando a saudade acabar
Amália pega em mim e leva-me pro mar
sabes que eu só morro quando não te vir chorar

 

tu sabes que a saudade bate forte
bate bem mais forte que a sorte
tu sabes que a saudade anda aos beijos com a morte
sabes que a saudade anda aos beijos com a morte

 

Amália pega em mim e leva-me a dançar
sabes que eu só danço quando a saudade acabar
Amália pega em mim e leva me pro mar
sabes que eu só morro quando não te vir chorar

 

tu sabes que a saudade anda aos beijos com a morte
sabes que a saudade anda aos beijos com a morte

Flor de Maracujá

"Flor de Maracujá", cantado por Camané, com letra de Capicua e bênção de Amália. Do álbum "Bairro da Ponte", novo disco de Stereossauro a ser editado em breve.

 

Realizador: Bruno Ferreira
Ideia Original e Direcção Criativa: Big Fish – Off the hook creativity
Director de Fotografia: Duarte Domingos
Assistente de Imagem: Selma Ribeiro Lopes
2º Assistente de Imagem: Ricardo Lameiras
Operador Steadycam: Samuel
Direcção de Produção: Raquel Da Silva
Assistente de Produção: Francisco Palma
Montagem: Sérgio Pedro
Colorista: Paulo Inês
Cast: Daniel Pato, Stef Brown, Jennifer King, Maria Vercetti e Henrique Rodrigues
Agradecimentos:Smilling (Mauricio, Nuno Morgado) e Show Off

Lhasa de Sela - Meu amor, meu amor

Meu amor, meu amor,
Meu corpo em movimento,
Minha voz à procura,
Do seu próprio lamento.
Meu limão de amargura,
Meu punhal a crescer,
Nós paramos o tempo,
Não sabemos morrer.
E nascemos, nascemos,
Do nosso entristecer.
Meu amor, meu amor
Meu pássaro cinzento,
A chorar a lonjura,
Do nosso afastamento.
Meu amor, meu amor,
Meu nó de sofrimento,
Minha mó de ternura,
Minha nau de tormento.
Este mar não tem cura,
Este céu não tem ar,
Nós paramos o vento,
Não sabemos nadar.
E morremos, morremos
Devagar, devagar.

Reinaldo Ferreira - Medo

Quem dorme à noite comigo
É meu segredo,
Mas se insistirem, lhes digo,
O medo mora comigo,

Mas só o medo, mas só o medo.

 

E cedo porque me embala
Num vai-vem de solidão,
É com silêncio que fala,
Com voz de móvel que estala
E nos perturba a razão.

 

Que farei quando, deitado,
Fitando o espaço vazio,
Grita no espaço fitado
Que está dormindo a meu lado,
Lázaro e frio?

 

Gritar quem pode salvar-me
Do que está dentro de mim
Gostava até de matar-me,
Mas eu sei que ele há-de esperar-me
Ao pé da ponte do fim.