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luís soares

Blog do escritor Luís Soares

Ainda em exibição.

Um Corpo Que Dança - um filme de Marco Martins

uma iniciativa da Fundação Calouste Gulbenkian
uma produção da Vende-se Filmes
em co-produção com RTP

Uma proposta para a história do corpo a partir do percurso de uma das maiores companhias de dança portuguesas do século XX. O documentário de Marco Martins caminha a par do desenvolvimento da dança em Portugal e da história política, económica e sociocultural do país. UM CORPO QUE DANÇA é a história da vivência de um novo corpo, em transformação, que se liberta do fascismo, e de uma sociedade em mudança que se abre ao mundo exterior. A partir de imagens de arquivo inéditas e entrevistas a vários criadores e bailarinos acompanhamos o trajeto de uma companhia extraordinária, através dos movimentos e das palavras dos seus protagonistas, da sua génese no início dos anos 60 até à extinção em 2005.

© Vende-se Filmes, 2022

Mais logo na Gulbenkian

0:00 : Brahms - Ballade N°1
5:27 : Liszt - Dante Sonata Saint-Saens
24:39 : Saint-Saens - Danse Macabre

ARTE Concert invite à son Piano Day le jeune virtuose Alexandre Kantorow. Ce dernier en profite pour livrer une interprétation vibrante de Saint-Saëns et de Liszt.

Alexandre Kantorow est un pianiste surdoué. Fils de musiciens, il commence à jouer à 5 ans, remporte les premiers prix des concours qu’il passe dès 13 ans, devient concertiste pour les Folles Journées de Nantes et de Varsovie à 16. Rien d’étonnant donc à ce que, du haut de ses 23 ans, Alexandre Kantorow ne compte déjà plus ses trophées. Premier pianiste français à obtenir la médaille d’or du prestigieux Concours Tchaïkovski, il a notamment remporté en 2020 deux Victoires de la Musique Classique : enregistrement de l’année (pour les concertos n°3, 4 et 5 de Saint-Saëns) et soliste instrumental de l’année. Adoubé par la presse, le pianiste voit chaque sortie d’album accompagnée des plus grandes récompenses. Alexandre Kantorow, en plus de nourrir une réelle passion pour Brahms, manifeste aussi un grand intérêt pour la musique contemporaine. Plusieurs compositeurs ont d’ailleurs déjà écrit pour lui. Pianiste tout-terrain, il livre aujourd’hui pour vous une interprétation puissante et habitée de Saint-Saëns et de Liszt.

Programme :
Brahms - Ballade N°1 Liszt - Dante Sonata Saint-Saens - Danse Macabre

O Octeto de Mendelssohn

Felix Mendelssohn - Octeto para Cordas, em Mi bemol maior, op. 20

Os instrumentistas da Orquestra Gulbenkian retomaram os ensaios e a música voltou a soar no Grande Auditório. Passo a passo, vamos retomando a normalidade e as boas notícias começam, finalmente, a chegar. Sob fortes medidas de segurança, durante o mês de junho os concertos de música de câmara irão regressar, ainda sem público, através da transmissão nas nossas plataformas digitais. Neste primeiro recital, os Solistas da Orquestra Gulbenkian irão interpretar o Octeto para Cordas que Felix Mendelssohn escreveu aos 16 anos de idade.

PROGRAMA
Francisco Lima Santos - Violino
Anna Paliwoda - Violino
Alexandra Mendes - Violino
Cecília Branco - Violino
Lu Zheng - Viola
Leonor Fleming - Viola
Marco Pereira - Violoncelo
Martin Henneken - Violoncelo

Saiba mais: https://gulbenkian.pt/agenda/octeto-d...

Liberdade

Trinta e seis coralistas do Coro Gulbenkian juntaram-se virtualmente para cantar Liberdade, um poema de Sophia de Mello Breyner musicado por Miguel Jesus, um dos baixos do Coro Gulbenkian.

Aqui nesta praia onde
Não há nenhum vestígio de impureza,
Aqui onde há somente
Ondas tombando ininterruptamente,
Puro espaço e lúcida unidade,
Aqui o tempo apaixonadamente
Encontra a própria liberdade.

Os Efeitos da Ternura

Os Efeitos da Ternura (Lundum anónimo circa 1790) - Ricardo Ribeiro e Os Músicos do Tejo

Ricardo Ribeiro - Voz
Marco Oliviera - Viola de fado e voz
Jarrod Cagwin – Percussão

Marcos Magalhães - orgão

Gravado no concerto de 14 de Dezembro de 2016 no Grande Auditório da Fundação Gulbenkian.

Os Músicos do Tejo - dir. Marcos Magalhães e Marta Araújo

Editado em disco pela NAXOS

Obrigado a José Pinheiro pela filmagem

Ai, dona fea, foste-vos queixar

FILIPE MELO | Ai, dona fea, foste-vos queixar

 

Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian

Concerto integrado no Festival Prémio Jovens Músicos 2015

Áudio gentilmente cedido pela Antena 2 da Rádio Difusão Portuguesa

 

Poema de João Garcia de Guilhade (fl. 1250)

 

Soprano - Marina Pacheco / Barítono - André Baleiro

Ensemble MPMP: Flauta - Tatiana Rosa / Clarinete - Miguel Costa / Violino - Daniel Bolito / Violoncelo - Catarina Távora / Piano - Duarte Martins/ Percussão - Tomás Moital

Direcção - Jan Wierzba

Mais logo na Gulbenkian

Após o grande êxito das interpretações ao vivo das bandas sonoras da trilogia O Senhor dos Anéis, a Orquestra Gulbenkian irá desta vez tocar ao vivo a música do filme Star Wars: Uma Nova Esperança, o primeiro da saga a ser realizado por George Lucas. “Na minha cabeça, e talvez também na do George Lucas, quando estava a compor pensava num filme para crianças”, disse o compositor John Williams numa entrevista à Gramophone.

João Barradas - Home

Do Shifter:

Já não se pode dizer que João Barradas seja um novo nome no panorama do jazz português. Começou a tocar acordeão aos 6 anos, fez-se coleccionador de prémios desde os 9 e nestes últimos dois anos editou dois discos: Directions em 2016, e An End as a New Beginning num projecto chamado Home, lançado em Outubro do ano passado. Aos 25 anos, é considerado um dos mais importantes acordeonistas do mundo na actualidade, transportando o seu instrumento para contextos em que não estamos acostumados a ouvi-lo.

Leoš Janáček

Leoš Janáček: On an Overgrown Path - Series 1 / Misuzu Tanaka, piano

Live from Britton Recital Hall. / Piano: The Steinway & Sons Model D

 

0:18 Naše večery - Our Evenings
3:42 Lístek odvanutý - Blown Away Leaf
6:01 Pojďte s námi! - Come With Us!
7:10 Frýdecká panna Maria - The Madonna of Frydek
10:26 Štěbetaly jak laštovičky - They Chattered Like Swallows
12:23 Nelze domluvit! - Words Fail!
14:20 Dobrou noc! - Good Night!
17:26 Tak neskonale úzko - Unutterable Anguish
20:01 V pláči - In Tears
22:37 Sýček neodletěl! - The Barn Owl Has Not Flown Away!

 

The first five pieces of the two sets that Janáček called On an Overgrown Path were composed around 1900, for harmonium. The first set was completed as ten piano pieces in 1908, and Janáček then gave them their present titles. The overall title refers to a Moravian wedding song in which the bride laments that "the path to my mother's has become overgrown with clover", and the pieces, as Janáček wrote in 1908 in an explanatory letter to the musicologist Jan Branberger who was interested in publishing them, "contain distant reminiscences. Those reminiscences are so dear to me that I do not think they will ever vanish." Some of these memories are apparently happy, others intensely sad. In 1903 there occurred the central tragedy of Janáček's life: the death of his daughter Olga from typhoid fever at the age of twenty-one. The last three pieces of Set 1 certainly refer to Olga's death: in Czech folklore the owl, sýcek, is a bird of ill-omen (the English title in the published edition is 'The barn owl has not flown away' but Janáček gives a very accurate representation of the tawny owl's cry, whereas the barn owl screeches). © David Matthews