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luís soares

Blog do escritor Luís Soares

O Octeto de Mendelssohn

Felix Mendelssohn - Octeto para Cordas, em Mi bemol maior, op. 20

Os instrumentistas da Orquestra Gulbenkian retomaram os ensaios e a música voltou a soar no Grande Auditório. Passo a passo, vamos retomando a normalidade e as boas notícias começam, finalmente, a chegar. Sob fortes medidas de segurança, durante o mês de junho os concertos de música de câmara irão regressar, ainda sem público, através da transmissão nas nossas plataformas digitais. Neste primeiro recital, os Solistas da Orquestra Gulbenkian irão interpretar o Octeto para Cordas que Felix Mendelssohn escreveu aos 16 anos de idade.

PROGRAMA
Francisco Lima Santos - Violino
Anna Paliwoda - Violino
Alexandra Mendes - Violino
Cecília Branco - Violino
Lu Zheng - Viola
Leonor Fleming - Viola
Marco Pereira - Violoncelo
Martin Henneken - Violoncelo

Saiba mais: https://gulbenkian.pt/agenda/octeto-d...

Liberdade

Trinta e seis coralistas do Coro Gulbenkian juntaram-se virtualmente para cantar Liberdade, um poema de Sophia de Mello Breyner musicado por Miguel Jesus, um dos baixos do Coro Gulbenkian.

Aqui nesta praia onde
Não há nenhum vestígio de impureza,
Aqui onde há somente
Ondas tombando ininterruptamente,
Puro espaço e lúcida unidade,
Aqui o tempo apaixonadamente
Encontra a própria liberdade.

Os Efeitos da Ternura

Os Efeitos da Ternura (Lundum anónimo circa 1790) - Ricardo Ribeiro e Os Músicos do Tejo

Ricardo Ribeiro - Voz
Marco Oliviera - Viola de fado e voz
Jarrod Cagwin – Percussão

Marcos Magalhães - orgão

Gravado no concerto de 14 de Dezembro de 2016 no Grande Auditório da Fundação Gulbenkian.

Os Músicos do Tejo - dir. Marcos Magalhães e Marta Araújo

Editado em disco pela NAXOS

Obrigado a José Pinheiro pela filmagem

Ai, dona fea, foste-vos queixar

FILIPE MELO | Ai, dona fea, foste-vos queixar

 

Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian

Concerto integrado no Festival Prémio Jovens Músicos 2015

Áudio gentilmente cedido pela Antena 2 da Rádio Difusão Portuguesa

 

Poema de João Garcia de Guilhade (fl. 1250)

 

Soprano - Marina Pacheco / Barítono - André Baleiro

Ensemble MPMP: Flauta - Tatiana Rosa / Clarinete - Miguel Costa / Violino - Daniel Bolito / Violoncelo - Catarina Távora / Piano - Duarte Martins/ Percussão - Tomás Moital

Direcção - Jan Wierzba

Mais logo na Gulbenkian

Após o grande êxito das interpretações ao vivo das bandas sonoras da trilogia O Senhor dos Anéis, a Orquestra Gulbenkian irá desta vez tocar ao vivo a música do filme Star Wars: Uma Nova Esperança, o primeiro da saga a ser realizado por George Lucas. “Na minha cabeça, e talvez também na do George Lucas, quando estava a compor pensava num filme para crianças”, disse o compositor John Williams numa entrevista à Gramophone.

João Barradas - Home

Do Shifter:

Já não se pode dizer que João Barradas seja um novo nome no panorama do jazz português. Começou a tocar acordeão aos 6 anos, fez-se coleccionador de prémios desde os 9 e nestes últimos dois anos editou dois discos: Directions em 2016, e An End as a New Beginning num projecto chamado Home, lançado em Outubro do ano passado. Aos 25 anos, é considerado um dos mais importantes acordeonistas do mundo na actualidade, transportando o seu instrumento para contextos em que não estamos acostumados a ouvi-lo.

Leoš Janáček

Leoš Janáček: On an Overgrown Path - Series 1 / Misuzu Tanaka, piano

Live from Britton Recital Hall. / Piano: The Steinway & Sons Model D

 

0:18 Naše večery - Our Evenings
3:42 Lístek odvanutý - Blown Away Leaf
6:01 Pojďte s námi! - Come With Us!
7:10 Frýdecká panna Maria - The Madonna of Frydek
10:26 Štěbetaly jak laštovičky - They Chattered Like Swallows
12:23 Nelze domluvit! - Words Fail!
14:20 Dobrou noc! - Good Night!
17:26 Tak neskonale úzko - Unutterable Anguish
20:01 V pláči - In Tears
22:37 Sýček neodletěl! - The Barn Owl Has Not Flown Away!

 

The first five pieces of the two sets that Janáček called On an Overgrown Path were composed around 1900, for harmonium. The first set was completed as ten piano pieces in 1908, and Janáček then gave them their present titles. The overall title refers to a Moravian wedding song in which the bride laments that "the path to my mother's has become overgrown with clover", and the pieces, as Janáček wrote in 1908 in an explanatory letter to the musicologist Jan Branberger who was interested in publishing them, "contain distant reminiscences. Those reminiscences are so dear to me that I do not think they will ever vanish." Some of these memories are apparently happy, others intensely sad. In 1903 there occurred the central tragedy of Janáček's life: the death of his daughter Olga from typhoid fever at the age of twenty-one. The last three pieces of Set 1 certainly refer to Olga's death: in Czech folklore the owl, sýcek, is a bird of ill-omen (the English title in the published edition is 'The barn owl has not flown away' but Janáček gives a very accurate representation of the tawny owl's cry, whereas the barn owl screeches). © David Matthews

In The Café

In the Café de Lurdes Castro | Arte Num Minuto

 

Esta obra é bem representativa dessa evolução e do interesse que a artista demonstra pela representação da sombra de pessoas e objetos. "In the café", titulo inglês desta obra, mostra-nos o uso de materiais inovadores, como as placas de plexiglas onde se destacam os contornos de duas personagens, uma masculina, absorta na leitura e outra feminina que a interpela. Outras silhuetas, um gato, um pilar, uma garrafa, as costas de uma cadeira, elementos do quotidiano debruados com precisão por uma linha vermelha, completam a cenografia deste teatro de sombras.

Mais logo na Gulbenkian

Exemplo dos programas pensados à medida da sua originalidade, Lorenzo Viotti dirige um fascinante périplo musical que tem como primeira paragem La mer, uma das obras mais fascinantes de Debussy. A inspiração em paisagens oceânicas liga-se, de forma natural, à declamação pelo ator João Grosso de excertos da Ode Marítima, de Álvaro de Campos, num concerto encenado que desemboca numa sinfonia de Szymanowski inspirada pela poesia, em concreto por um texto místico persa do século XIII. Estes concertos marcam também uma nova partilha do palco, lado a lado, entre a Orquestra Gulbenkian e a Orquestra Estágio Gulbenkian.

Jacek Kaspszyk conducts Szymanowski's Symphony No. 3 "Pieśń o nocy" (Song of the Night), Op. 27 - Orkiestra i Chór Filharmonii Narodowej (Warsaw Philharmonic Orchestra & Choir)