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luís soares

Blog do escritor Luís Soares

O Milagre

FRANZ JOSEPH HAYDN (1732-1809)
Sinfonía nº 96, en re mayor, Hob. I/96 "El Milagro"
Adagio - Allegro
Andante
Menuetto. Allegretto
Finale. Vivace

 

Orquesta Sinfónica de Galicia
Ton Koopman, director

 

Grabación realizada en el Palacio de la Ópera de A Coruña el 22 de enero de 2016.
Realización: Antonio Cid/RDC Producciones
Sonido: Pablo Barreiro/CRTVG

 

Symphony No. 96 has been called the Miracle symphony due to the story that, during its premiere, a chandelier fell from the ceiling of the concert hall in which it was performed. The audience managed to dodge the chandelier successfully as they had all crowded to the front for the post-performance applause, and the symphony got its nickname from this. More careful and recent research suggests that this event actually took place during the premiere of his Symphony No. 102.

Joseph Haydn (1732-1809)
SYMPHONY NO. 102 in B-flat major, Hob. I/102
Pittsburgh Symphony Orchestra
ANDRÉ PREVIN, cond.
Recording: Heinz Hall, Pittsburgh, 9 March 2012

 

I. Largo - Vivace
II. Adagio
III. Menuetto. Allegro
IV. Presto

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J.S. Bach: Brandenburg Concert no.3 in G major, BWV 1048
Amsterdam Baroque Orchestra and Ton Koopman
Recorded in the Walloon Church in Amsterdam on June 10, 2012

 

J.S. Bach: Magnificat in E flat major, BWV 243a (Ton Koopman, Amsterdam Baroque Orchestra)

 

Bachfest Leipzig 2003 / From the Church of St. Thomas, Leipzig
Amsterdam Baroque Orchestra & Choir
Deborah York, soprano
Bogna Bartosz, alto
Jörg Dürmüller, tenor
Klaus Mertens, baritone
Ton Koopmann, conductor and organist

Afinal era o João.

É provável que ninguém tenha reparado, mas naquele post ali atrás, enganei-me. Estava convencido que a Paixão de Bach que ia ouvir hoje era a Paixão Segundo São Mateus, mas afinal, Ton Koopman dirigiu um conjunto fantástico de músicos na Paixão Segundo São João, menos monumental, igualmente emocionante e com o brilhantismo próprio do velho Bach, desde o primeiro Herr até ao último Ewiglich (aqui ao lado, uma página do manuscrito). Que árias! Que coros! Que emoção naquele evangelista contando de novo essa história.

Mas não foi isso o mais impressionante, hoje. Como sucede por vezes no Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian, a parede de fundo era uma enorme janela sobre o jardim. E choveu quase do princípio ao fim. E relampejou. Apenas o excelente isolamento sonoro impediu os trovões, mas que interessa isso quando a música é sublime, os intérpretes se entregam a ela com paixão (perdoem-me o trocadilho) e o público vibra.

Bom, só falta então, pôr aqui o vídeo correcto, não? Não é a versão do Koopman, mas não sou eu que vou dizer mal do Harnoncourt e deste rapazinho.