Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

luís soares

Blog do escritor Luís Soares

The Wanderer

I went out walking
Through streets paved with gold
Lifted some stones
Saw the skin and bones
Of a city without a soul
I went out walking
Under an atomic sky
Where the ground won't turn
And the rain it burns
Like the tears when I said goodbye
Yeah I went with nothing
Nothing but the thought of you
I went wandering

I went drifting
Through the capitals of tin
Where men can't walk
Or freely talk
And sons turn their fathers in
I stopped outside a church house
Where the citizens like to sit
They say they want the kingdom
But they don't want God in it

I went out riding
Down that old eight lane
I passed by a thousand signs
Looking for my own name

I went with nothing
But the thought you'd be there too
Looking for you

I went out there
In search of experience
To taste and to touch
And to feel as much
As a man can
Before he repents

I went out searching
Looking for one good man
A spirit who would not bend or break
Who would sit at his father's right hand
I went out walking
With a bible and a gun
The word of God lay heavy on my heart
I was sure I was the one
Now Jesus, don't you wait up
Jesus, I'll be home soon
Yeah I went out for the papers
Told her I'd be back by noon

Yeah I left with nothing
But the thought you'd be there too
Looking for you

Yeah I left with nothing
Nothing but the thought of you
I went wandering.

Glastonbury

Afinal parece que os U2 ainda conseguem ser uma banda de rock relativamente normal, a tocar num palco normal, à chuva, para cem mil pessoas.

 

 

 

 

Ah, mas os Radiohead apareceram de surpresa e acabaram com o "Street Spirit (Fade Out)"... Não há amor como esse.

 

The Greatest Show On Earth.

Longe vão os meus tempos de fã dos U2. Ainda acompanho (eles estão em todo o lado, é inevitável), mas sou daqueles que acham que o pico da sua carreira chegou por alturas do "Achtung Baby". É provavelmente uma questão geracional, os senhores continuam a esgotar milhares de lugares em estádios em coisa de poucas horas, continuando a gravar música e a fazer render a sua provecta carreira. Tenho dúvidas que hoje, com as vendas de CD's em declínio, a atomização dos públicos e o reinante "faça-você-mesmo", os U2 conseguissem construir a carreira que têm, mas a verdade é que o facto de a terem, permite-lhes fazer coisas como disponibilizar integralmente um concerto seu no Youtube. Está abaixo e os rapazes estão em forma, perante cem mil espectadores no Rose Bowl.


Críticas.

Duas. Arrasadoras. A primeira ao Watchmen, pelo New Yorker. Parece à partida escrita por alguém que despreza toda a cultura popular desenhada em quadrados numa página, mas aqui e ali tem uma acutilância que me faz temer o pior. A segunda ao novo álbum dos U2, "No Line on the Horizon", no Pitchfork. Confesso que continuo a achar o "Achtung Baby" a melhor coisa dos quatro irlandeses e nos últimos anos desliguei, por isso custa-me menos a engolir.