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luís soares

Blog do escritor Luís Soares

Vinte Vinte

2020 foi o que foi e talvez ainda não tenha passado tempo suficiente para percebermos o que isso é e, mais importante ainda, o que será. Com todas as dificuldades, barreiras, esforços, lutas e outra vez dificuldades, foi um ano em que vi, li, ouvi coisas excecionais.

Também foi um ano em reli e revi sagas para conforto próprio e, é claro, ouvi de novo discos que volto sempre a ouvir, mas isso não entra aqui. Tenho saudades de ir a concertos e não há nenhum nesta lista. Não é tudo deste ano, mas foi neste ano que cheguei ao que aqui está e foi neste ano que me ficaram na memória.

A lista não não é, obviamente, completa, mas estas foram algumas coisas de que gostei muito (está tudo por ordem alfabética):

Séries:

  • Devs – Alex Garland
  • I May Destroy You – Michaela Coel
  • Normal People – Sally Rooney / Allice Birch / Mark O’Rowe
  • We Are Who We Are – Luca Guadagnino / Paolo Giordano / Francesca Manieri / Sean Conway

Livros:

  • A Perfect Spy – John Le Carré
  • Agency – William Gibson
  • Balada para Sophie – Filipe Melo e Juan Cavia
  • Berlin – Jason Lutes
  • Cleanness – Garth Greenwell
  • Flights – Olga Tokarczuk
  • Hurricane Season – Fernanda Melchior
  • Piranesi – Susanna Clarke
  • Rusty Brown – Chris Ware
  • Spring / Summer – Ali Smith
  • The Lost Pianos of Siberia – Sophy Roberts

Filmes:

  • A Metamorfose dos Pássaros – Catarina Vasconcelos
  • His House – Remi Weekes
  • Mank – David Fincher
  • Martin Eden – Pietro Marcello
  • Never Rarely Sometimes Always – Eliza Hittman
  • Nomadland – Chloé Zhao
  • O Fim Do Mundo – Basil da Cunha
  • Portrait de la Jeune Fille en Feu – Céline Sciamma
  • Possessor – Brandon Cronenberg
  • Sound of Metal – Darius Marder
  • The Human Voice – Pedro Almodóvar

Discos:

  • Cenizas – Nico Jaar
  • Debussy-Rameau – Víkingur Ólafsson
  • Fetch the Bolt Cutters – Fiona Apple
  • S. Bach: St John Passion, BWV 245 – Bach Collegium Japan & Masaaki Suzuki
  • Mordechai – Khruangbin
  • Raiashopping – David Bruno
  • Róisín Machine – Róisín Murphy
  • Rough and Rowdy Ways – Bob Dylan
  • The Lost Berlin Tapes – Ella Fitzgerald
  • Untitled (Black Is)/Untitled (Rise) – Sault

Já agora, apenas dos livros mantenho um registo anual, hábitos. Li isto (ainda ando a ler mais três, mas ficam para o ano):

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